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Ajuda
bem vinda
Os
animais do Quintal consomem cerca de cinco toneladas de ração
por mês. Além disso, o abrigo tem gastos enormes com a conta
de água, salário do veterinário que trata dos animais,
vacinas, medicamentos, material de limpeza, saco de lixo... "Nosso
orçamento se constitui basicamente de produtos que confeccionamos
e vendemos, além de doações de materiais de consumo
e em dinheiro por meio de nossa conta bancária, mas todo mês
falta dinheiro, que temos que colocar de nosso próprio bolso",
lamenta Angela.
A maioria
das entidades protetoras não contam com o apoio governamental nem
da iniciativa privada para manter suas atividades assistenciais. Para
manter seus programas, contam com a ajuda de seus membros para vender
produtos como camisetas, bonés, pins, adesivos e chaveiros. "Além
disso, sempre que há um evento, montamos stands em que apresentamos
nosso trabalho e vendemos esses produtos", conta Angela. No Bazar
dos Bichos, feira mensal de filhotes realizado na avenida Paulista, havia
uma seção dedicada às protetoras, que contou com
a participação do Quintal, Companhia dos Bichos e ALPA.
A situação
do abrigo de Curitiba é mais grave. A casa onde ficam os animais
está sendo vendida e assim que isto acontecer, Enid não
terá como abrigar todos os animais. "Qualquer doação,
seja em dinheiro, ração ou jornal, é de suma importância.
Estamos procurando um novo lugar para os animais, mas os preços
não são favoráveis e assim fica muito difícil
prosseguir", desabafa.
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