Focinhos Online - A cara dos bichos na Internet
   
 saúde - como manter seu pet sempre saudável
DE OLHOS NAS VACINAS
Silvia Crusco é médica veterinária e especializada em inseminação artificial em cães

As férias estão chegando e, para viajar com a família, cães e gatos devem estar com a vacinação em dia. É bom para eles e para você

Problemas comuns em gatos
Os gatos, como os cachorros, sofrem de doenças que podem ser afastadas com vacinação correta.

• Rinotraquite infecciosa felina e Calicivirose — causadas por vírus acometem o trato respiratório provocando rinite, coriza e complicações mais graves. Infectam-se por meio de contato com outros animais doentes e materiais contaminados, como tigelas de comida e objetos de brincar.

• Panleucopenia — os vírus da panleucopenia causam diarréia intermitente no gatinho, levando à desidratação e morte. A transmissão é parecida com a da parvovirose canina. O animal poderá, por exemplo, lamber algum local onde outro bicho doente eliminou as fezes — ali estará o vírus.

• Clamidiose — a doença surge graças ao agente infeccioso Chlamydia psittaci. Causa depressão, lacrimejamento intenso e conjuntivite, apatia e dificuldade respiratória.

• Leucemia infecciosa felina — causada por vírus, é também conhecida como síndrome da imunodeficiência felina, provocando anemia, fraqueza, perda de peso e morte.

• Raiva — causada por vírus transmissível por meio da saliva de animal infectado. Leva à morte animais e seres humanos.

DOENÇAS QUE ATACAM OS CÃES

Estas doenças, causadas por vírus e bactérias, podem ser evitadas. É só cuidar para que seus pets sejam vacinados. A prefeitura responsabiliza-se só pela anti-rábica. As outras devem ser dadas em clínicas especializadas.

Parvovirose — causada por um vírus que produz gastroenterite hemorrágica, ou seja, o cachorro tem vômitos graves, diarréia com sangue e uma severa desidratação. Isso pode até matar os filhotes. Seu cão poderá adquirir a parvovirose quando estiver em contato com local onde há vírus se, por exemplo, lamber alguma área onde outro bicho doente eliminou as fezes.

Coronavirose — produzida também por um vírus, causando gastroenterite, com sintomas de vômitos e diarréia, muitas vezes sem sangue. A forma de contato é a mesma da parvovirose.

Hepatite infecciosa — provoca nos cães vômitos, diarréia e falta de coordenação, levando o animal à morte. Causada por vírus com transmissão oronasal, ou seja, além de ingerir material contaminado, pode-se infectar por partículas de vírus presentes no ar.

Raiva — causada por vírus transmissível por meio da saliva de um animal infectado. Leva à morte animais e seres humanos. A raiva é transmitida pela mordida de um animal raivoso.

Leptospirose — causada pelo gênero de bactérias Leptospira spp, provoca lesão hepática aguda, com febres altas, apatia e muitas vezes icterícia (amarelamento da pele e das mucosas). E tem mais um agravante: essa doença é transmissível aos homens e outros animais. O cão pode ser infectado pela urina contaminada , principalmente de ratos. Nesse caso, o cãozinho ingere a urina contaminada ou, nos casos mais comuns, o rato urina na ração ou na água do animal. Existe a possibilidade de infecção por meio da pele.

Cinomose — causada por um vírus que provoca sintomas de doenças do trato respiratório e, em seus estágios mais avançados, apresentam sintomas nervosos, como falta de coordenação, ataques epiléticos e tiques nervosos. O contágio acontece por meio de partículas de aerossóis que estão presentes em ambiente infectado.

QUANDO APLICAR AS VACINAS

Se o seu cãozinho é pequeno ainda, deve receber as primeiras doses a partir de 45 a 60 dias de idade. Os reforços são aplicados com intervalo de 21 a 30 dias cada um e, após 5 meses, ele vai estar pronto para a anti-rábica. Não saia às ruas nem viaje com os cães não vacinados por completo (com todas as doses).

E atenção: antes de ser vacinado pela primeira vez, o animal deverá passar por um exame clínico completo para verificar se tudo está em ordem, Animais doentes não devem ser vacinados. Logo que o cachorrinho nasce, assim como o gato, ele possui anticorpos provenientes da mãe, que o protegerá até a idade da primeira vacina. Deve-se aplicar os reforços, pois a primeira dose não o protegerá totalmente.

O cão quando atinge a idade adulta deve ser vacinado anualmente contra tudo, pois as vacinas não possuem efeito prolongado.

O seu gatinho deve também ser vacinado quando pequeno, a partir de 45 a 60 dias de idade, recebendo reforços por volta dos 5 meses, como os cães. Ao se tornarem adultos, continue vacinando-os anualmente.

Então, tudo certo com as vacinas? Caso contrário, procure seu veterinário para atualizá-las. E as malas, já estão prontas? Divirta-se, mas lembre-se: seja qual for o destino de seu animalzinho de estimação, leve sempre a carteira de vacinação (certificado) junto com você. É o comprovante de que as vacinas do bicho estão em dia.

 Arquivo:
  Convulsão em G.Retriever
  Pastor engole osso
  Picada de abelha B.Collie

 Arquivo:
 
Gestação e parto

  Reiki
  Displasia coxo-femural
  Homeopatia
  Síndrome de Cushing
 
 Ossos,biscoitos,beliscos

 
Boca sadia,hálito fresco

  Combate artrose - cães
  Previna a gripe canina
  Agility
 
Fim do bafo
  Nutrição: alimente bem
  Piometra: risco à cadela
  Hora do Banho

  Obesidade: risco a saúde
  Imunodeficiência Felina: vírus parecido com a Aids?

  Primeiro cio
  Transfusão
  Ameaça para os felinos
  Pós-operatório
  Nomes
  As gotas da tranqüilidade
  Feito cães e gatos

  Bom golpe pelas costas
  Tecnologia para todos
  A ordem é escovar
  Como eliminar pulgas
  De olho nas vacinas
  A busca do equilíbrio
  Doença de peixe
  À moda country
  Longe das praias
  Esperança nas agulhas
  Ela vai ser mamãe
  Hóspedes indesejáveis
  E o coração, como vai?
  Cuidado! Veneno!
  Vida eterna para seu pet