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O
FILHOTE
O filhote,
a princípio, é reservado. "O filhote chega aqui e no
começo ele fica um pouco tímido. Mas supera isso rapidamente
e vai cheirar as coisas, percorrer o espaço", comenta Wagner
Ávila. "É extremamente seguro de si e logo já
se sente o dono do pedaço. Quem optar por um rottweiler tem de
se impor logo, mostrar para o cachorro quem manda, senão ele toma
conta mesmo", alerta.
É
sabido que o rottweiler não é dos mais ativos, e chega a
ser até preguiçoso. Não estranhe, portanto, se o
filhote for um dorminhoco. A rotina pode se resumir em acordar-comer-brincar
um pouco-dormir. "Adestrei um filhote enorme, que só foi latir
pela primeira vez aos dez meses. Nunca queria treinar, preferia ficar
no canil mesmo de portas abertas com todo mundo brincando lá fora.
Depois que ele cresceu, com o adestramento correto, tornou-se um excelente
cão de guarda e fez sucesso até nas pistas", relembra.
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