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| Focinhos Online - A cara dos bichos na Internet |
Apaixonada por bichos, a apresentadora global faz de tudo para desfrutar a companhia de sua trupe canina Por Daniela
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A disposição de Angélica em ter como companhia os amigos de quatro patas é antiga. "Sempre quis ter um cachorro, mas minha mãe resistia à idéia. Quando tinha 9 anos, conheci a Catita (uma cocker spanniel castanha) e fiquei apaixonada. Um dia, o fotógrafo Amaury Lagnato, que fazia meus books como modelo-mirim, resolveu me presentear. E então ela veio morar comigo. Já tinha 3 anos. Era uma mocinha. Mas logo se acostumou comigo", recorda a apresentadora. Conviver com Catita foi uma experiência rápida pois, quando a loirinha mudou-se de São Paulo para o Rio, já contratada para o programa "Milk Shake" (na extinta Rede Manchete), acabou doando a cadela para Fabiano, seu figurinista. "Só dei porque sabia que o Fabiano cuidaria bem dela. Mas a separação me causou uma dor muito grande", desabafa ao decretar o fim das separações. "Nunca mais dei nenhum cão. Ganhei dois huskies siberianos de presente, mas, ao me certificar que não teria condições de cuidar bem deles, passei adiante, antes mesmo de me apegar aos bichos. Não acredito no amor das pessoas que se desfazem dos seus animais de estimação com facilidade. Já quem gosta de cachorro tem crédito comigo, porque acho que sempre será uma pessoa de bom caráter", filosofa. Mais que filosofia, a paixão pelos cachorros sempre foi um elo entre ela e seu público. Tanto que Angélica já perdeu a conta de quantos cães passaram por suas mãos. Os fãs, que sabem disso, vivem lhe presenteando com mais um. Essa atração por pets, porém, é exclusiva dos cães.
Modelo de companheiro exemplar, Táxi, um beagle de 10 anos, guarda uma história curiosa. Na época, Angélica namorava o apresentador César Filho, que resolveu presenteá-la com aquele que seria o sucessor de Catita. "Não era permitido trazer cachorros na Ponte Aérea, e o César enfiou o Táxi ainda bebê numa bolsa de mão, com a cabecinha para fora, para respirar. Botou a bolsa na cadeira ao lado e, quando viu, o cachorro tinha feito xixi no avião. Passou a maior vergonha", conta. Pacífico e gorducho, ele agora só come ração diet, para cuidar da silhueta. Táxi divide as atenções da dona com a belíssima labradora castanha Funny Hunter, de 8 meses; os sharpei Saturno e Angel; e Hula, de cerca de 8 anos, mistura de cocker spanniel com maltês. A labradora chocolate Funny Hunter na realidade é a realização de um sonho de consumo da apresentadora da Rede Globo. Funny veio como substituta de Elle, que por problemas de saúde teve de ser sacrificada.
Quando a esperta labradora sai de cena, quem entra é o cocker Bony, que vive atualmente no sítio com Hula e o mestiço Nino. Foi Márcia, a irmã e assessora da apresentadora, que trouxe o cocker caramelo, propositadamente da mesma cor de Catita. "O engraçado é que logo depois a Angélica foi chamada para ir para a Globo. Ficou parecendo que era uma homenagem ao Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, vice-presidente de operações da Rede Globo), que tinha feito o convite para ela mudar de emissora. Mas o Bony dele é com Y, já veio assim do canil", explica Márcia. Angélica não se incomoda nem um pouco com a coincidência: "ele ficou sendo meu amuleto. Sei que já o perdi para Margarida, minha caseira lá do sítio. É ela quem cuida dos cachorros de lá, e Bony dorme em seu quarto e não vive sem ela", conta Angélica com uma pontinha de ciúme. Afinal, para ela, cachorro é como filho: não se abandona de jeito nenhum. |
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