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| Focinhos Online - A cara dos bichos na Internet |
Tamanha quantidade de aventuras vividas por Giovanna com a bicharada sempre tiveram a cumplicidade da mãe, Sueli. Parceira da filha no socorro aos animais, ela nunca se queixou da quantidade de gatos de rua que a menina levava para dentro de casa: "Também já perdi o número de gatinhos que peguei na rua e que minha mãe arrumava casas que os adotassem". Em uma dessas histórias de adoção de gatos e cães socorridos, Giovanna e a mãe viveram uma autêntica experiência de gratidão: "Pegamos uma cachorrinha vira-lata na rua, a Marilu, e, depois que cuidamos dela, a secretária do meu irmão a adotou. Como ela morava do nosso lado, Marilu sempre escapava e ia lá em casa, feliz da vida, fazer uma visita. Como se quisesse mostrar para a gente que nunca mais se esqueceria do que fizemos por ela". Até mesmo lagostas já foram defendidas pela atriz. "Passei um tempo nos Estados Unidos com a minha mãe e o Ricardo e, um dia, decidimos ir a um mercado comprar lagostas frescas. Pedimos os bichos, crentes de que faríamos um banquete. Quando o vendedor perguntou se queríamos levar as lagostas mortas ou se íamos matá-las em casa, eu e minha mãe tivemos uma crise de choro em pleno mercado! O vendedor não acreditou naquele show de lágrimas, o Ricardo teve um ataque de riso e não comemos lagosta nenhuma!" Apesar de tantas histórias, Giovanna confessa que também tem lá sua má vontade com bichos. Não é para menos: atacada duas vezes por cães da raça dobermann, ela diz que não gosta nem de cruzar na rua com um desses animais. "Quando eu era menina, estava na piscina de uns amigos e saí da água para ir ao banheiro. Como o vestiário ficava ao lado do lugar onde o dobermann da casa comia, o cachorro me encurralou numa quina da parede da varanda e avançou no meu braço. Foi horrível. Outra vez um amigo meu que passeava com um dobermann na rua. Quando me abaixei para afagar o cachorro, ele avançou no meu rosto, abrindo minha testa e quase vazando o meu olho. Depois disso, passei a ter muito medo dessa raça", ela conta. Mesmo assim Giovanna não é daquelas pessoas que sofre de sinostrose por raças consideradas ferozes. "Não tenho pânico de raças como pit bull, por exemplo, porque acho que a culpa pelos ataques dos quais a gente ouve falar é dos proprietários e não dos cães. Tenho mais medo do tipo de dono de um cachorro desses do que do animal. Além disso, gosto de cachorro grande e bruto, desses que a gente pode rolar no chão quando brinca." Simba, é claro, entende mais uma vez o que a dona diz e se entrega a mil e uma gracinhas. Seduzida pelas brincadeiras do animal, ela confessa: "Meu sonho é ter vários labradores de todas as cores. Essa raça é muito amiga, mansa, ativa e brincalhona, mas também sabe ser protetora. Jamais usaria Simba ou qualquer outro bicho como uma arma, mas é inegável que um cachorro grande desses dá segurança". Sua dedicao aos animais contagiante. "Quer saber de uma coisa?! Gosto mais de bicho que de gente. Eles so puros, inteligentes e esto sempre prontos para dar e receber alegria." |
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